54. Líder democrático
Participantes: 30 pessoas
Tempo: 45 minutos
Material: caneta; uma cópia da relação de definições e das
qualidades;
Descrição: o coordenador inicia falando sobre os quatro
tipos de lideres, procurando enfatizar as características de cada um
1. Formando subgrupos demonstrará com ênfase,
primeiro um líder autoritário, depois mudando o subgrupo demonstra o líder
paternalista, com novos voluntário demonstra o líder anárquico e por último
demonstra um líder democrático.
2. Após apresentar sem informar qual tipo de líder
é, pedir ao grupo para defini-los e nomeai-los um a um, explicando depois um a
um.
3. Após a nomenclatura distribui-se as qualidades
do líder democrático, para cada membro, e discute-se sobre cada um.
Definições:
1. Sabe o que fazer, sem perder a tranquilidade.
Todos podem confiar nele em qualquer emergência.
2. Ninguém sente-se marginalizado ou rejeitado
por ele. Ao contrário, sabe agir de tal forma que cada um se sente importante e
necessário no grupo.
3. Interessar-se pelo bem do grupo. Não usa o
grupo para interesses pessoais.
4. Sempre pronto para atender.
5. Mantém calmo nos debates, não permitindo
abandono do dever.
6. Distingue bem a diferença entre o falso e o
verdadeiro, entre o profundo e o superficial, entre o importante e o acessório.
7. Facilita a interação do grupo. Procura que o
grupo funcione harmoniosamente, sem dominação.
8. Pensa que o bem sempre acaba vencendo o mal.
Jamais desanima diante da opinião daqueles que só veem perigo, sombra e
fracassos.
9. Sabe prever, evita a improvisação. Pensa até
nos minores detalhes.
10. Acredita na possibilidade de que o grupo
saiba encontrar por si mesmo as soluções, sem recorrer sempre à ajuda dos
outros.
11. Dá oportunidade para que os outros se
promovam e se realizem. Pessoalmente, proporciona todas as condições para que o
grupo funcione bem.
12. Faz agir. Toma a sério o que deve ser feito.
Obtém resultados.
13. É agradável. Cuida de sua aparência pessoal.
Sabe conversar com todos.
14. Diz o que pensa. Suas ações correspondem com
suas palavras.
15. Enfrenta as dificuldades. Não foge e nem
descarrega o risco nos outros.
16. Busca a verdade com o grupo, e não passa por
cima do grupo.
Qualidades:
01. Seguro
02. Acolhedor
03. Desinteressado
04. Disponível
05. Firme e suave
06. Juízo maduro
07. Catalisador
08. Otimista
09. Previsor
10. Confiança nos outros
11. Dá apoio
12. Eficaz
13. Sociável
14. Sincero
15. Corajoso
16. Democrático
55. Maçã
Material: papel e caneta para cada um
Descrição: Primeiro se lê o texto base do evangelho: a cura
do paralítico que é levado pelos seus amigos. (Lc 5,17-26: Mc 2,1-12; Mt
9,1-8). Assim coordenador distribui a folha e caneta para todos, e pede para
que cada um desenhe uma maçã em sua folha. E na ponta de cada braço cada um
deve escrever o nome de um amigo que nos levaria a Jesus. Depois pede-se para
desenhar outra maçã e no meio dela colocar o nome de quatro amigos que
levaríamos para Jesus.
Plenário:
Assumimos nossa condição de amigo de levar nossos
amigos até Jesus?
Existem quatro amigos verdadeiros que se tenham
comprometido a suportar-me sempre?
Conto incondicionalmente com quatro pessoas para
as quais eu sou mais importante de que qualquer coisa?
Tenho quatro pessoas que me levantam, se caio, e
corrigem, se erro, que me animam quando desanimo?
Tenho quatro confidentes, aos quais posso
compartilhar minhas lutas, êxitos, fracassos e tentações?
Existem quatro pessoas com quem eu não divido um
trabalho e sim uma vida?
Posso contar com quatro amigos verdadeiros, que
não me abandonariam nos momentos difíceis, pois não me amam pelo que faço, mas,
pelo que sou?
Sou incondicional de quatro pessoas?
Há quatro pessoas que podem tocar na porta da
minha casa a qualquer hora?
Há quatro pessoas que, em dificuldades
econômicas, recorreriam a mim?
Há quatro pessoas que sabem serem mais
importantes para mim, que meu trabalho, descanso ou planos?
No trecho do evangelho observamos algumas coisas
como?
Lugar onde uns necessitam ajuda e outros prestam
o serviço necessário.
O ambiente de amor, onde os amigos carregam o
mais necessitado que não pode caminhar por si mesmo.
Os amigos se comprometem a ir juntos a Jesus,
conduzindo o enfermo para que seja curado por ele.
Deixar-se servir pelos irmãos.
Uma vez curado, carregar o peso da
responsabilidade.
56. Nome perdido
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Material: Um crachá para cada pessoa do grupo e um saco ou
caixa de papelão para colocar todos os crachás.
Descrição: O coordenador devera recolher todos os crachás
colocar no saco ou na caixa; misturar bem todos estes crachás, depõe dê um
crachá para cada pessoa. Esta deverá encontrar o verdadeiro dono do crachá, em
1 minuto.
Ao final desse tempo, quem estiver ainda sem
crachá ou com o crachá errado, azar! Porque terá que pagar uma prenda.
57. Observação / ação
Participantes: 30 pessoas
Tempo: 30 minutos
Material: papel e caneta
Descrição: o coordenador divide o grupo em um grupo de ação
e outro de observação.
O grupo de ação permanece sentado em um círculo
interno e o de observação em um círculo externo.
O grupo de ação simula um grupo de jovens que
pode debater qualquer tema, enquanto o grupo de observação analisa o outro
grupo anotando fatos como quem participa, quem não participa, se existe alguém
que monopoliza, se alguém se demonstra tímido e não consegue se expressar
após o tempo que se achar necessário volta-se o
grupo normal e se discute o que foi observado e vivido.
Exemplo: exemplos de coordenação
Forma-se um grupo para demonstrar o primeiro tipo
de coordenador, o ditador, utilizando sempre o mesmo tema, este deve sempre
mandar no grupo, assumindo ou não responsabilidades dentro do grupo. Após o
ditador, forma-se outro grupo para exemplificar o coordenador paternalista que
assume todas as responsabilidades que o grupo pode ter, após forma-se outro
grupo demonstrando o coordenador que não assume a responsabilidade do grupo,
sempre concordando com tudo que é proposto sem colocar em prática na maioria
das vezes. E por último entra o coordenador democrático que seria um
coordenador perfeito que sabe ouvir as pessoas e "força" o trabalho
em grupo.
58. Palavra iluminada
Participantes: 7 a 15 pessoas
Tempo Estimado: Indefinido
Material: Uma vela e trechos selecionados da Bíblia que
tratem do assunto a ser debatido.
Observação: Para grupos cujos integrantes já se
conhecem, a parte relativa à apresentação pode ser eliminada da dinâmica.
Descrição: A iluminação do ambiente deve ser serena de modo
a predominar a luz da vela, que simboliza Cristo iluminando os nossos gestos e
palavras. Os participantes devem estar sentados em círculo de modo que todos
possam ver a todos. O coordenador deve ler o trecho bíblico inicial e
comentá-lo, sendo que a pessoa a sua esquerda deve segurar a vela. Após o
comentário do trecho, a pessoa que estava segurando a vela passa a mesma para o
vizinho da esquerda e se apresenta ao grupo. Em seguida esta pessoa realiza a
leitura de outro trecho da bíblia indicado pelo coordenador e faz seus
comentários sobre o trecho. Este processo se realiza sucessivamente até que o
coordenador venha a segurar a vela e se apresentar ao grupo. Então, o
coordenador lê uma última passagem bíblica que resuma todo o conteúdo abordado
nas passagens anteriores. Após a leitura desta passagem, os integrantes do
grupo devem buscar a opinião do grupo como um todo, baseado nos depoimentos
individuais, sobre o tema abordado. Quando o consenso é alcançado apaga-se à
vela. Por último pode-se comentar a importância da Luz (Cristo) em todos os
atos de nossas vidas.
59. Palavra que transforma
Material: uma bolinha de isopor, um giz, um vidrinho de remédio
vazio, uma esponja e uma vasilha com água.
Desenvolvimento: Primeiro se explica que a
água é a palavra de Deus e que o objeto somos nós, depois se coloca a água na
vasilha, e alguém mergulha o isopor, após ver o que ocorre com o isopor,
mergulhar o giz, depois a vidro de remédio e por último a esponja.
Então refletimos:
Como a Palavra de Deus age na minha vida?
Eu estou agindo como o isopor que não absorve
nada e também não afunda ou aprofunda?
Ou estou agindo como o giz que guarda a água para
si sem partilhar com ninguém?
Ou ainda agimos como o vidrinho que tinha água só
para passar para os outros, mas sem guardar nada para si mesmo?
Ou agimos como a esponja absorvendo bem a água e
mesmo espremendo continuamos com água?
Iluminação Bíblica: Is 40,8; Mt 7,24; 2Tm
3,16.
60. Pare
Participantes: 30 pessoas
Tempo: 45 minutos
Material: caneta e papel em branco
Descrição: a técnica do "PARE" usa-se quando se
nota pouco integração grupal, quando há bloqueios, para maior presença
consciente, para descobrir a evolução do grupo.
O exercício processa-se assim:
A um dado momento, durante a sessão,
interrompe-se tudo, distribui-se uma papeleta em branco para cada membro
participante e, a pedido do coordenador, todos deverão escrever em poucas
palavras o que gostariam de ouvir, de falar ao grupo, de fazer, no momento;
O preenchimento de papeleta será feito
anonimamente;
Uma vez preenchidas, recolhem-se às papeletas
dobradas, e após embaralhá-las, processa-se a redistribuição;
A seguir, a pedido do coordenador, todos, um a um
irão ler em público o conteúdo das papeletas;
Finalizando o exercício, seguem-se os depoimentos
a respeito.
61. Partilha
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 15 minutos.
Material: lápis ou caneta e uma folha de papel em branco
para cada participante.
Descrição: Formar um circulo e entregar uma folha em branco
para cada participante, juntamente caneta ou lápis.
Pedir para todos iniciarem uma Historia qualquer
que simboliza o seu cotidiano dentro da comunidade, da igreja.
Cada membro terá 35 segundos para essa parte e
depois deste tempo passa para o membro da esquerda do grupo.
Pedir para um membro do grupo levar uma historia
concluída e partilhar alguns fatos e falar se a historia terminou do jeito que
ele estava imaginando.
62. Pessoas balões
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 15 minutos.
Material: Um balão cheio e um alfinete.
Descrição: O coordenador deve explicar aos participantes
por que certas pessoas em determinados momentos de sua vida, se parecem com os
balões:
Alguns estão aparentemente cheios de vida, mas
por dentro nada mais têm do que ar;
Outros parecem ter opinião própria, mas se deixam
lavar pela mais suave brisa;
Por fim, alguns vivem como se fossem balões
cheios, prestes a explodir; vasta que alguém os provoque com alguma ofensa para
que (neste momento estoura-se um balão com um alfinete) "estourem".
Pedir que todos deem sua opinião e falem sobre suas dificuldades em superar
críticas e ofensas.
63. Pizza
Participantes: 7 a 15 pessoas
Tempo Estimado: 30 minutos
Material: Lápis e papel para os integrantes.
Descrição: O coordenador propõe temas a serem debatidos
pelo grupo. Cada integrante é motivado para que defina qual a importância dos
diferentes temas para si mesmo. Dentre os temas propostos pode-se ter temas
como: drogas, sexo, namoro, política, amizade, espiritualidade, liturgia,
família, educação, saúde, segurança, esportes, etc. Os temas devem ser
identificados por um número ou uma letra (de preferência a primeira letra do
tema). Em seguida, cada integrante deve desenhar um círculo e dividi-lo de
acordo com a proporção de importância que tem para com cada tema. As divisões
devem ser identificadas pelos números ou letras definidos anteriormente para os
temas. Temas se nenhuma importância para o integrante podem ser simplesmente
desconsiderados pelo mesmo. Então, cada integrante apresenta seu desenho ao
grupo comentando suas opções. Em contrapartida, o grupo pode opinar sobre estas
opções e se as mesmas correspondem ao que o grupo esperava do integrante.
64. Presente da alegria
Participantes: 3 a 10 pessoas
Tempo: 5 minutos por participante;
Material: lápis e papel;
Descrição: O coordenador forma subgrupos e fornece papel
para cada participante;
A seguir, o coordenador fará uma exposição, como
segue: "muitas vezes apreciamos mais um presente pequeno do que um grande.
Muitas vezes ficamos preocupados por não sermos capazes de realizar coisas
grandes e negligenciamos de fazer coisas menores, embora de grande significado.
Na experiência que segue, seremos capazes de dar um pequeno presente de alegria
para cada membro do grupo";
Prosseguindo, o coordenador convida os membros
dos subgrupos para que escrevam uma mensagem para cada membro do subgrupo. A
mensagem visa provocar em cada pessoa sentimentos positivos em relação a si
mesmo;
O coordenador apresenta sugestões, procurando
induzir a todos a mensagem para cada membro do subgrupo, mesmo para aquelas
pessoas pelas quais não sintam grande simpatia.
Na mensagem dirá:
1. Procure ser específico, dizendo, por exemplo:
"gosto do seu modo de rir toda vez que você se dirige a uma pessoa",
em vez de: "eu gosto de sua atitude", que é mais geral;
2. Procure escrever uma mensagem especial que se
enquadre bem na pessoa, em vez de um comentário que se aplique a várias pessoas;
3. Inclua todos, embora não conheça
suficientemente bem. Procure algo de positivo em todos;
4. Procure dizer a cada um o que observou dentro
do grupo, seus pontos altos, seus sucessos, e faça a colocação sempre na
primeira pessoa, assim: "eu gosto" ou "eu sinto";
5. Diga ao outro o que encontra nele que faz você
ser mais feliz;
Os participantes poderão, caso queiram, assinar a
mensagem; Escritas às mensagens, serão elas dobradas e colocadas numa caixa
para ser recolhidas, a seguir, com os nomes dos endereçados no lado de fora.
65. Presente de amigo
Participantes: 10 a 30 pessoas
Tempo Estimado: 30 minutos
Material: Lápis e papel para os integrantes
Descrição: O coordenador divide o grupo em subgrupos de
quatro a seis integrantes e, em seguida, expõe o seguinte: "Muitas vezes
apreciamos mais um presente pequeno do que um grande. Muitas vezes ficamos
preocupados por não sermos capazes de realizar coisas grandes e negligenciamos
de fazer coisas menores, embora de grande significado. Na experiência que segue,
seremos capazes de dar um pequeno presente de alegria para alguns integrantes
do grupo".Prosseguindo, o coordenador convida os integrantes para que
escrevam mensagens para todos os integrantes de seu subgrupo. As mensagens
devem ser da seguinte forma:
a) Provocar sentimentos positivos no destinatário
com relação a si mesmo;
b) Ser mais específicas, descrevendo detalhes
próprios da pessoa ao invés de características muito genéricas;
c) Indicar os pontos positivos da pessoa dentro
do contexto do grupo;
d) Ser na primeira pessoa;
e) Ser sinceras;
f) Podem ser ou não assinadas, de acordo com a
vontade do remetente.
As mensagens são dobradas e o nome do
destinatário é colocado do lado de fora. Então elas são recolhidas e entregues
aos destinatários. Depois que todos tiverem lido as mensagens, segue-se à
conclusão da dinâmica com um debate sobre as reações dos integrantes.
66. Riqueza dos nomes
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 30 minutos.
Material: Tiras de papel ou cartolina, pincel atômico ou caneta
hidrográfica, cartaz para escrever as palavras montadas ou quadro-negro.
Descrição: Os participantes de um grupo novo são convidados
pelo coordenador a andar pela sala se olhando, enquanto uma música toca.
Quando o som para, escolher um par e ficar ao
lado dele (a). Cumprimentar-se de alguma forma, com algum gesto (aperto de mão,
abraço, beijo no rosto e etc).
Colocar novamente os pares a andar pela sala
(desta vez são os dois andando juntos). Assim que para a música, devem se
associar a outro par (fica o grupo com quatro pessoas).
Cada participante do grupo composto de quatro
pessoas recebe uma cartolina e coloca nela seu nome (tira de papel também
serve).
Após mostrar o nome para os outros três
companheiros, os participantes deste pequeno grupo juntarão uma palavra com
estas sílabas (servem apenas as letras).
Exemplo: Anderson + JÚlio + DAiane = Ajuda
Aírton + RoMIlton + ZAira + SanDEr = Amizade
Colocar a palavra formada num quadro-negro ou
cartolina e o grupo falará sobre ela e sua importância na vida.
67. Salmo da vida
Participantes: 10 a 20 pessoas
Tempo Estimado: 45 minutos
Material: Lápis e papel para os integrantes.
Descrição: Cada integrante deve escrever a história de sua
vida, destacando os acontecimentos marcantes. O coordenador deve alertar o
grupo de que experiências de dor e sofrimento podem ser vistas como formas de
crescimento e não simples acontecimentos negativos. Em seguida, os integrantes
devem se perguntar qual foi à experiência de Deus que fizeram a partir dos
acontecimentos descritos ou no decorrer de suas vidas. Depois devem escrever o
salmo da vida, da sua vida, uma oração de louvor, agradecimento, pedido de
perdão e/ou clamor. O desenvolvimento dos salmos deve-se realizar em um
ambiente de paz e reflexão. Então, os integrantes devem ser divididos em
subgrupos de três ou quatro pessoas onde cada integrante deve partilhar sua
oração. Depois o grupo é reunido e quem quiser pode apresentar sua oração ao
grupo. Por último é realizado um debate sobre os objetivos da dinâmica e a
experiência que a mesma trouxe para os integrantes. Algumas questões que podem
ser abordadas: Como se sentiu recordando o passado? O que mais chamou a
atenção? Qual foi a reação para com acontecimentos tristes? Como tem sido a
experiência com Deus? Qual a importância Dele em nossas vidas? Pode-se ainda
comparar os salmos redigidos com os salmos bíblicos.
68. Semeando a amizade
Participantes: 7 a 15 pessoas
Tempo Estimado: 30 minutos
Material: Três vasos, espinhos, pedras, flores e grãos de
feijão.
Descrição: Antes da execução da dinâmica, deve-se realizar
a leitura do Evangelho de São Mateus, capítulo 13, versículos de 1 a 9. Os
espinhos, as pedras e as flores devem estar colocados cada qual em um vaso
diferente. Os vasos devem estar colocados em um local visível a todos os
integrantes. Nesta dinâmica, cada vaso representa um coração, enquanto que
grãos de feijão, representam as sementes descritas na leitura preliminar.
Então, cada integrante deve semear um vaso, que simboliza uma pessoa que deseje
ajudar, devendo explicar o porquê de sua decisão. Pode-se definir que as
pessoas citadas sejam outros integrantes ou qualquer pessoa. Além disso, se o
tempo permitir, pode-se utilizar mais que uma semente por integrante.
69. Sentindo o Espírito Santo
Participantes: indefinido.
Tempo Estimado: 15 minutos.
Material: Uvas ou balas .
Descrição: O coordenador deve falar um pouco do
Espírito Santo para o grupo. Depois o coordenador da dinâmica deve mostrar o
cacho de uva e perguntar a cada um como ele acha que esta o sabor destas uvas.
Obviamente alguns irão descordar a respeito do
sabor destas uvas, como: acho que esta doce, que esta azeda, que esta suculenta
etc.
Após todos terem respondido o coordenador entrega
uma uva para cada um comer. Então o coordenador deve repetir a pergunta (como
esta o sabor desta uva?).
Mensagem: Só saberemos o sabor do Espírito Santo se
provarmos e deixarmos agir em nos.
70. Ser igreja
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Uma folha em branco para cada um.
Descrição: Entregar uma folha de papel ofício para os
participantes.
Pedir para todos ao mesmo tempo, movimentar as
folhas e observar; todos unidos formarão uma sintonia alegre, onde essa
sintonia significa nossa caminhada na catequese, e quando iniciam alguma
atividade estaremos alegres e com isso teremos coragem de enfrentar tudo,
quando catequizar é nossa salvação.
Mas no decorrer do tempo, as dificuldades
aumentaram, ficamos desmotivados por causa das fofocas, reclamações, atritos
etc. Com isso surgem as dificuldades, os descontentamentos.
Juntos vamos amassar a nossa folha para que não
rasque, e voltaremos a movimentar a folha movimente todos juntos, verificando
que não existe a sintonia alegre, agora só resta silêncio.
Pegaremos essa folha, colocando-a no centro da
mão e fechando a mão, torcendo o centro da folha, formará uma flor.
Essa flor será nossa motivação, nossa alegria
daqui pra frente dentro da catequese.
Comentário: É um convite para uma esperança, para que
assumamos a responsabilidade de realizar a vida. Todos nós apenas uma parcela
pessoal e social, nessa construção de uma humanidade nova? Cheia de esperança e
realizações. (leitura MC 3, 31 - 35).
71. Temores e esperanças
Participantes: 25 - 30 pessoas
Tempo: 30 minutos
Material: Uma folha em branco e caneta, cartolina ou
papelógrafo.
Descrição: O coordenador começa falando que todo mundo tem
medos e esperanças sobre qualquer coisa, e se tratando sobre um grupo de jovens
isso também ocorre, e essa dinâmica serve para ajudar a expressar esses medos.
A dinâmica segue assim:
Formação de subgrupos de 4 a 7 pessoas.
Distribuição de uma folha em branco e uma caneta
para cada subgrupo, seria bom que cada subgrupo tivesse um secretário para
fazer anotações sobre o que for falado.
Em seguida cada subgrupo devera expressar seus
temores e esperanças com relação ao trabalho que será feito.
Após cada subgrupo deverá expor suas conclusões
ao coordenador que anotará na cartolina ou no papelógrafo e demonstrará que não
são muito diferentes dos demais.
72. Tempestade mental
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 1 hora;
Material: Papel, caneta, cartolina;
Descrição: O coordenador inicia dando um exemplo prático:
O coordenador forma subgrupos de aproximadamente
seis pessoas. Cada subgrupo escolherá um secretário que anotará tudo;
Formados os subgrupos, o coordenador dirá as
regras do exercício: não haverá crítica durante todo exercício, acerca do que
for dito; quanto mais extremada a ideia, tanto melhor, deseja-se o maior número
de ideias.
1ª fase:
O coordenador apresenta o problema a ser
resolvido. Por exemplo: um navio naufragou, e um dos sobrevivente nadou até
alcançar uma ilha deserta. Como poderá salvar-se: o grupo terá 15 minutos para
dar ideias.
2ª fase:
Terminado, o coordenador avisa que terminou o
tempo e que a crítica é proibida. Inicia-se a avaliação das ideias e a escolha
das melhores.
3ª fase:
No caso de haver mais subgrupos, o animador pede
que seja organizada uma lista única das melhores ideias.
4ª fase:
Forma-se o plenário. Processa-se a leitura das
melhores ideias, e procura-se formar uma pirâmide cuja base serão as ideias
mais válidas.
73. Terremoto
Participantes: Devem ser múltiplos de
três e sobrar um. Ex: 22 (7x3 = 21, sobra um).
Tempo Estimado: 40 minutos.
Material: Para essa dinâmica só é necessário um espaço
livre para que as pessoas possam se movimentar
Descrição: Dividir em grupos de três pessoas lembre-se que
deverá sobrar um. Cada grupo terá 2 paredes e 1 morador. As paredes deverão
ficar de frente uma para a outra e dar as mãos (como no túnel da quadrilha da
Festa Junina), o morador deverá ficar entre as duas paredes. A pessoa que
sobrar deverá gritar uma das três opções abaixo:
MORADOR!!! - Todos os moradores trocam de
"paredes", devem sair de uma "casa" e ir para a outra. As
paredes devem ficar no mesmo lugar e a pessoa do meio deve tentar entrar em
alguma "casa", fazendo sobrar outra pessoa.
PAREDE!!! - Dessa vez só as paredes trocam de lugar, os
moradores ficam parados. Obs: As paredes devem trocar os pares. Assim como no
anterior, a pessoa do meio tenta tomar o lugar de alguém.
TERREMOTO!!! - Todos trocam de lugar,
quem era parede pode virar morador e vice-versa. Obs: NUNCA dois moradores
poderão ocupar a mesma casa, assim como uma casa também não pode ficar sem
morador. Repetir isso até cansar...
Conclusão: Como se sentiram os que ficaram sem casa? Os que
tinham casa pensaram em dar o lugar ao que estava no meio? Passar isso para a
nossa vida: Nos sentimos excluídos no grupo?Na Escola? No Trabalho? Na
Sociedade? Sugestão: Quanto menor o espaço melhor fica a dinâmica, já que isso
propicia várias trombadas. É muito divertido!!!
74. Teste de resistência
Participantes: Indefinido.
Tamanho: 30 pessoas
Tempo Estimado: 40 minutos
Descrição: este exercício é muito válido, sendo aplicado
depois que o grupo já atingiu um determinado grau de solidariedade e
conhecimento mútuo, e sendo por todos aceito. Para sua realização:
Dois ou três participantes, voluntários ou
escolhidos pelo grupo, um de cada vez implacavelmente vai a passarela em frente
de cada participante e diz-lhe tudo o que lhe parece saber, os aspectos
positivos, negativos e reticências;
Havendo tempo e interesse, é ótimo que todos o
façam, constituindo, assim, tantas "fotos" de cada indivíduo, quantos
forem os participantes;
Este exercício permite, entre outras, a seguinte
variação: o coordenador poderá pedir que cada participante aponte os aspectos
positivos, negativos e reticências do seu colega sentado à direita.
76. Troca de um segredo
Participantes: 15 a 30 pessoas.
Tempo Estimado: 45 minutos.
Material: Lápis e papel para os integrantes.
Descrição: O coordenador distribui um pedaço de papel e um
lápis para cada integrante que deverá escrever algum problema, angústia ou
dificuldade por que está passando e não consegue expressar oralmente. Deve-se
recomendar que os papéis não sejam identificados a não ser que o integrante
assim desejar. Os papéis devem ser dobrados de modo semelhante e colocados em
um recipiente no centro do grupo. O coordenador distribui os papéis
aleatoriamente entre os integrantes. Neste ponto, cada integrante deve analisar
o problema recebido como se fosse seu e procurar definir qual seria a sua
solução para o mesmo. Após certo intervalo de tempo, definido pelo coordenador,
cada integrante deve explicar para o grupo em primeira pessoa o problema
recebido e solução que seria utilizada para o mesmo. Esta etapa deve ser
realizada com bastante seriedade não sendo admitidos quaisquer comentários ou
perguntas. Em seguida é aberto o debate com relação aos problemas colocados e
as soluções apresentadas.
Possíveis questionamentos:
Como você se sentiu ao descrever o problema?
Como se sentiu ao explicar o problema de um
outro?
Como se sentiu quando o seu problema foi relatado
por outro?
No seu entender, o outro compreendeu seu
problema?
Conseguiu se pôr na sua situação?
Você sentiu que compreendeu o problema da outra
pessoa?
Como você se sentiu em relação aos outros membros
do grupo?
Mudaram seus sentimentos em relação aos outros,
como consequência da dinâmica?
77. Tubarão
Participantes: Indefinido.
Material: Um local espaçoso.
Desenvolvimento: O animador explica a
dinâmica: imaginem que agora estamos dentro de um navio, e neste navio existem
apenas botes salva-vidas para um determinado número de pessoas, quando for dita
a frase "Ta afundando", os participantes devem fazer grupos
referentes ao número que comporta cada bote, e quem ficar fora do grupo será
"devorado" pelo tubarão (deve-se escolher uma pessoa com antecedência
para ser o tubarão).
O número de pessoas no bote deve ser diminuído ou
aumentado, dependendo do número de pessoas.
Responder às seguintes perguntas:
Quem são os tubarões nos dias de hoje?
Quem é o barco?
Quem são os botes?
Alguém teve a coragem de dar a vida pelo irmão?
78. A teia da amizade
Participantes: 20 pessoas.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Um rolo (novelo) de fio ou lã.
Descrição: Dispor os participantes em círculo.
O coordenador toma nas mãos um novelo (rolo,
bola)
de cordão ou lã. Em seguida prende a ponta do
mesmo em um dos dedos de sua mão.
Pedir para as pessoas prestarem atenção na
apresentação que ele fará de si mesmo. Assim, logo após se apresentar
brevemente, dizendo que é, de onde vem, o que faz etc., joga o novelo para uma das
pessoas à sua frente.
Está pessoa apanha o novelo e, após enrolar a
linha em um dos dedos, irá repetir o que lembra sobre a pessoa que terminou de
se apresentar e que lhe atirou o novelo. Após fazê-lo, essa segunda pessoa irá
se apresentar, dizendo quem é, de onde vem, o que faz etc...
Assim se dará sucessivamente, até que todos do
grupo digam seus dados pessoais e se conheçam. Como cada um atirou o novelo
adiante, no final haverá no interior do círculo uma verdadeira teia de fios que
os une uns aos outros.
Pedir para as pessoas dizerem:
O que observaram;
O que sentem;
O que significa a teia;
O que aconteceria se um deles soltasse seu fio
etc.
Mensagem: Todos somos importantes na imensa teia que é a
vida; ninguém pode ocupar o seu lugar.
79. A palavra – imã
Participantes: indefinido.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Material: Cartolina ou papel, pincel atômicos ou canetas.
Descrição: Dispor os participantes em círculo. O
coordenador deverá escrever no centro de uma cartolina a palavra-chave, o tema
do encontro. (Por exemplo:Escrever a palavra amor). Pedir para cada
participante escrever em torno da palavra-chave aquilo que lhe vier à cabeça
sobre a palavra-chave. No final da dinâmica, todos conversarão sobre o que
escreveram, o que sentiram.
Mensagem: Todas as pessoas possuem no seu interior uma
parcela de verdade que necessita vir à tona algum dia.
80. O barco
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Uma folha em branco para cada um.
Descrição: Somos chamados por Deus à vida, e esta nossa
vida nós podemos representar como um barco que navega em alto mar. (fazer o
barco de papel).
Há momentos da nossa vida que este mar se mostra
calmo, mas em muitos momentos nós navegamos por entre tempestades que quase nos
leva à naufragar. Para não corrermos o risco de naufragar precisamos equilibrar
bem o peso de nosso barco, e para isso vejamos o que pode estar pesando dentro
desse barco.
O barco pesa do lado direito. São as influências
do mundo. Ex: Ambição, drogas, televisão, inveja, etc.
Vamos tirar de dentro do nosso barco tudo isso
para que ele se equilibre novamente. (Cortar a ponta do lado direito do barco)
Navegamos mais um pouco e de repente percebemos
que o outro agora é que está pesado, precisamos tirar mais alguma coisa deste
barco. Deste lado do barco está pesando: Egoísmo, infidelidade, impaciência,
desamor, falta de oração, etc. (Cortar a ponta do lado esquerdo do barco)
Percebemos agora que existe uma parte do barco
que aponta pra cima, é a nossa fé em Jesus que nós queremos ter sempre dentro
do nosso barco, esta nossa fé nós vamos guardar e cuidar com carinho para nos
sustentar na nossa jornada. (Cortar a ponta de cima do barco e colocar em algum
lugar visível)
Vamos abrir este nosso barco e ver como ficou
(Abrindo parece uma camisa)
Está é a camisa do Cristão, somos atletas de
Cristo, e como bom atleta que somos temos que usar muito essa camisa para que
nosso time sempre vença (colocar alguma coisa sobre o nosso dever de ser
cristão)
Depois de suarmos esta camisa, nós podemos ter
certeza disto (Abrir a camisa e mostrar a cruz sinal da certeza da nossa
Salvação)
Só conseguiremos esta salvação se assumir-nos a
proposta de Cristo (Olhando através da cruz podemos ver nosso próximo e
entender suas necessidades)
Como vamos nos manter firmes nesta caminhada de
cristão não deixando que nosso barco afunde. Temos que nos alimentar, e aqui
está o único e verdadeiro alimento para nossa alma, que nos faz fortes e
perseverantes (Esta pontinha do barco que guardamos - mostrar e perguntar o que
é, resposta: eucaristia - está é a certeza que Jesus estará sempre dentro do
nosso barco para enfrentar conosco qualquer tempestade).
Obs.: Os quatro pedaços de papel que retiramos da
ponta do barco são os remos. Nós usamos dois remos e os outros dois remos são
de Jesus que está sempre em toda nossa caminhada nos ajudando.
(leitura Mt 8, 23 - 27).
81. Palavra chave
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Bíblia.
Descrição: Essa brincadeira segue uma certa lógica que será
explicada para o grupo;
A lógica é: Com a palavra chave na mão, deve-se com o
auxílio da Bíblia, procurar um versículo que se enquadre com a palavra chave.
Anotar esse versículo e a citação Bíblica.
Exemplo: casamento: No terceiro dia, houve uma festa de
casamento em Cana da Galileia, e a mãe de Jesus estava aí. (Jo 2, 1)
Outras sugestões de palavras-chave:
Pedra, pedreira, pedregulho ("Tu és
Pedro")
Pobre, pobreza ("bem aventurados os
pobres...")
Oração, oratório, templo, culto ("Jesus se
afastava da multidão para rezar")
Criança (“deixai vir a mim os pequeninos)”.
Mulher ("tua fé te salvou")
Semente ("se tu tiver fé do tamanho de um
grão de mostarda, serás salvo")
Ouvido ("as minhas orelhas ouvem a tua voz”)
82. João Bobo
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Pano para vendar os olhos de um menino
Descrição: Forma-se um círculo com todos os participantes.
Um deles somente deve ficar de fora.
Nada deve ser explicado até nesse momento.
Escolhe-se uma pessoa (ela será o João Bobo - de preferência um menino) e
retira da sala. Enquanto isso se explica a brincadeira para todos os
participantes que ficaram na sala.
A pessoa escolhida, e que foi retirada da sala,
deve ser orientada para não ter medo e para se deixar levar durante a
brincadeira. Certifique-a de que não irá se machucar.
Só então, traz-se a pessoa já vendada para dentro
da sala, coloca-a no centro do círculo e a brincadeira começa! As pessoas devem
empurrá-la devagar, de um lado para o outro, brincando realmente de "João
Bobo".
Objetivo: O objetivo dessa dinâmica é atingido quando há
empenho de toda a roda para que o amigo que está no centro não caia. A pessoa
vendada deve comentar depois de terminada a dinâmica sobre a confiança que teve
que depositar em todo o grupo.
Essa dinâmica além de muito divertida promove
união, e confiança entre os membros do grupo. Deve-se refletir também sobre a
amizade entre o grupo e com Deus, pois se há um amigo com quem podemos contar,
é Deus!
83. Nome e significado
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Livro com o significado dos nomes (veja no nosso
site)
Descrição: Faça o download dos significados dos nomes que
temos em nosso site. (ou então procure em algumas bancas de jornal algum livro
com os significados dos nomes).
Pesquise os nomes de todas as pessoas do seu
grupo, e os significados.
Prepare fichas, na forma de quebra-cabeça, uma
parte é o nome, a outra é o significado.
Distribua duas partes para cada pessoa: pode ser
dela mesma, ou outro nome, e sempre com o significado desencontrado.
Diga aos participantes que andem pela sala,
procurando encontrar pares corretos de nome e significado, montando cada
quebra-cabeça numa mesa ou no chão, a medida que encontram os pares; até que
todos os nomes tenham sido montados.
Cada um deve então pegar o seu próprio nome com o
significado correto e depois, um a um lê em voz alta o seu nome e o significado
para os demais.
Você pode então promover uma conversa com os
participantes:
Quem se surpreendeu com o significado do seu
nome? Porque?
Quem passou a gostar mais do seu nome depois de
saber o que significa?
Por que nosso nome é importante para nós?
Será que Deus sabe o nosso nome?
O que quer dizer o texto de Isaías
"Chamei-te pelo teu nome, tu és meu!" e o que isso tem de importante
na nossa vida?
Quais eram os nomes de Jesus (Emanuel, Cristo,
Nazareno, etc.) - pesquisar na Bíblia os seus significados, etc.
84. Ser Igreja
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Algumas bexigas (mais de 3 bexigas)
Descrição: Entregar as bexigas aos participantes e pedir
que eles fiquem brincando com as bexigas um passando para o outro sem deixá-las
cair no chão.
Ir aos poucos retirando cada pessoa do círculo,
uma a uma e perceber como aumenta a dificuldade dos últimos para deixar tantas
bexigas no ar.
Depois de terminada a dinâmica, incentivar o
debate e explicar aos adolescentes que a Igreja está dentro de cada um, e que
todos devem participar, pois cada um tem um lugar especial na Igreja. A Igreja,
assim como as bexigas não podem se sustentar no ar, isto é, sozinha ou com
poucas pessoas, ela precisa de todos nós.
85. Somos criação de Deus
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 30 minutos.
Material: Caneta e papel para todos os participantes
Objetivo: Na adolescência somos facilmente influenciados
por nossos amigos. Nesta dinâmica, queremos mostrar que Deus deve ser a
principal influência em nossa vida, e que nem sempre agir como o grupo age ou
exige é saudável para cada um.
Descrição: Sentados em círculo, cada um recebe uma folha e
uma caneta; escreve o nome e faz um desenho que represente a si mesmo (pode ser
um boneco de "palitinhos" ou com detalhes), deixar uns 2 a 3 minutos,
incentivar os preguiçosos e os tímidos. Observar o desenho: ele está pronto,
mais ou menos, o que você gostaria de fazer?
Agora cada um passa o desenho para o colega do
lado direito, pedir que ele acrescente uma coisa ao desenho, passar novamente
para a direita, repetir o processo umas duas ou três vezes. Devolver o desenho
ao dono.
Observar o que foi acrescentado. Conversar sobre
Deus ter nos criado (e repetir essa pergunta: o desenho está pronto, mais ou
menos, o que você gostaria de fazer?). O que Deus quer de nós? E as pessoas com
quem convivemos, nos influenciam? (O que elas nos dizem pode nos influenciar, o
que fazem professores, amigos, acrescentam algo a nós?)
Perguntar sobre a característica que nos
diferencia das outras pessoas: que temos Cristo como Salvador; desenhar um coração
e uma cruz dentro dele na nossa figura. Será que estamos prontos aos olhos de
Deus, o que mais falta em nós? (Deixar um minuto de oração silenciosa onde cada
um deve pedir que Deus termine de "desenhá-los")
86. Dois Círculos
Participantes: Indefinido, mas é
importante que seja um número par de pessoas.
Se não for o caso, o coordenador da dinâmica pode
requisitar um “auxiliar”.
Tempo Estimado: 30 minutos.
Material: uma música animada, tocada ao violão ou com
gravador.
Objetivo: motivar um conhecimento inicial, para que as
pessoas aprendam aos menos o nome das outras antes de se iniciar uma atividade
em comum.
Descrição: formam-se dois círculos, um dentro do outro,
ambos com o mesmo número de pessoas. Quando começar a tocar a música, cada
círculo gira para um lado. Quando a música para de tocar, as pessoas devem se
apresentar para quem parar à sua frente, dizendo o nome e alguma outra
informação que o coordenador da dinâmica achar interessante para o momento.
Repete-se até que todos tenham se apresentado. A
certa altura, pode-se, também, misturar as pessoas dos dois círculos para que
mais pessoas possam se conhecer.
87. A candidatura
Participantes: grupos de cinco pessoas
se houver mais de 10 participantes.
Tempo Estimado: 30 minutos.
Material: papel e caneta.
Objetivo: expressar de maneira simpática o valor que têm
as pessoas que trabalham conosco.
Descrição: cada grupo deve escolher um candidato para
determinada missão. Por exemplo, ser presidente da associação de moradores, ser
dirigente de um clube esportivo, etc. Cada participante coloca no papel as
virtudes que vê naquela pessoa indicada para o cargo e como deveria fazer a
propaganda de sua candidatura.
O grupo coloca em comum o que cada um escreveu
sobre o candidato e faz uma síntese de suas virtudes. Prepara a campanha
eleitoral e, dependendo do tempo disponível, faz uma experiência da campanha
prevista.
O grupo avalia a din6amica, o candidato diz como
se sentiu, O grupo explica por que atribuiu determinadas virtudes e como se
sentiram na campanha eleitoral.
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