01. Meus sentimentos
Objetivo: apresentação e entrosamento
Material: papel, lápis de cor.
Desenvolvimento: cada um deve retratar num desenho os sentimentos, as perspectivas que
têm.
Dar um tempo para este trabalho individual que
deve ser feito em silêncio, sem nenhuma comunicação.
Num segundo momento as pessoas se reúnem em
subgrupos e se apresentam dizendo o nome, de onde vem, mostrando o seu desenho o
explicado.
O grupo escolhe um dos desenhos para ser o seu
símbolo apresentando-o e justificando.
Pode-se também fazer um grupão onde cada um
apresenta mostrando e comentando o seu desenho.
Palavra de Deus: Fl 1,3-11; Sl 6.
02. Mancha ou ponto
Objetivo: oração, pedido de perdão, preces, revisão de
vida...
Material: uma folha branca com um ponto escuro ou mancha,
bem no centro da mesa.
Desenvolvimento: mostrar ao grupo a folha com o ponto ou mancha no centro.
Depois de um minuto de observação silenciosa,
pedir que se expressem descrevendo o que viram.
Provavelmente a maioria se deterá no ponto
escuro.
Pedir, então, que tirem conclusões práticas.
Exemplo: em geral, nos apresentamos nos aspectos
negativos dos acontecimentos, das pessoas, esquecendo-nos do seu lado luminoso
que, quase sempre, é maior.
Palavra de Deus: 1 Cor 3,1-4; Sl 51
03. Identificação Pessoal com a Natureza
Objetivos: Auto conhecimento e preces
Material: Símbolos da natureza, papel e caneta.
Desenvolvimento:
1. Contemplação da natureza. Cada um procura um elemento na natureza que mais lhe chama a atenção e reflete: Porque o escolhi? O que ele me diz?
2. Formação de pequenos grupos para partilha.
3. Cada pequeno grupo se junta com o outro e faz uma nova partilha. O grupo escolhe um como símbolo e formula uma prece.
4. Um representante de cada grupo apresenta o símbolo ao grupo, fazendo uma prece.
Palavra de Deus: Gn 1,1-25
Material: Símbolos da natureza, papel e caneta.
Desenvolvimento:
1. Contemplação da natureza. Cada um procura um elemento na natureza que mais lhe chama a atenção e reflete: Porque o escolhi? O que ele me diz?
2. Formação de pequenos grupos para partilha.
3. Cada pequeno grupo se junta com o outro e faz uma nova partilha. O grupo escolhe um como símbolo e formula uma prece.
4. Um representante de cada grupo apresenta o símbolo ao grupo, fazendo uma prece.
Palavra de Deus: Gn 1,1-25
04. Quem sou eu ???
Objetivo: Conhecimento Pessoal
Material: papel e caneta
Desenvolvimento:
1. Refletir individualmente:
- A vida merece ser vivida?
- Somente a vivem os que lutam, os que querem ser alguém?
2. Escrever numa folha
- Quem sou eu? (enumerar seus valores, qualidades e defeitos).
- O que eu quero ser? (escrever o que quer com a vida, os seus objetivos e ilusões).
- Como atuo para chegar no que quero?
3. Terminada a reflexão pessoal, formar grupos para partilhar.
4. Avaliação:
- Como cada um se sentiu ao se comunicar?
- E depois da dinâmica?
Palavra de Deus: Gn 1,26-31; Sl 139
Material: papel e caneta
Desenvolvimento:
1. Refletir individualmente:
- A vida merece ser vivida?
- Somente a vivem os que lutam, os que querem ser alguém?
2. Escrever numa folha
- Quem sou eu? (enumerar seus valores, qualidades e defeitos).
- O que eu quero ser? (escrever o que quer com a vida, os seus objetivos e ilusões).
- Como atuo para chegar no que quero?
3. Terminada a reflexão pessoal, formar grupos para partilhar.
4. Avaliação:
- Como cada um se sentiu ao se comunicar?
- E depois da dinâmica?
Palavra de Deus: Gn 1,26-31; Sl 139
05. O outro Lado
Objetivos: ver o objetivo comum do grupo. Processo de
comunhão e união. Análise da realidade.
Desenvolvimento: (não dizer o objetivo da
dinâmica).
O coordenador pede a todos que se coloquem no
fundo da sala ocupando toda parede. Pede silêncio absoluto, muita atenção para
a ordem que vai ser dada e que sejam rigorosamente fieis a ela. Deve manter
silêncio durante a dinâmica.
A ordem é a seguinte: Vocês deverão procurar como
grupo, atingir o outro lado da sala, da forma mais rápida possível e mais
eficiente.
Repete-se a ordem várias vezes.
O coordenador dirá que a ordem não foi cumprida,
pede ao grupo que recomece. Repita a ordem várias vezes, pedindo que haja
silêncio.
NOTA: É bom que haja obstáculos pelo meio da sala
(cadeiras...) dificultando a passagem. Ele considerará a tarefa cumprida quando
julgar que o grupo se aproximou do ideal alcançando o outro lado unido,
obedecendo ao ritmo um dos outros, tendo incluindo todos na travessia.
Em seguida fazer comentários sobre tudo que
observaram e sentiram:
- Como cada um se sentiu?
- Quem se sentiu esmagado e desrespeitado?
- Quem ais correu ou empurrou?
- De que forma as lideranças foram se
manifestando???
- Houve desistência no meio do caminho?
- Surgiram animadores???
Palavra de Deus: 1 Cor. 12,12-27; Sl 133
06. Espelho
Objetivo: Partilha dos sentimentos.
Desenvolvimento: O ambiente deve ser
silencioso.
Cada um deve pensar em alguém que lhe seja muito
importante, aquém gostaria da atenção em todos os momentos, alguém que se ama
de verdade, que merece todo cuidado.
Entrar em contato com essa pessoa e pensar os
motivos eu os tornam tão amada.
(Deixar tempo para interiorização).
Agora cada um vai encontrar a pessoa que lhe tem
um grande significado.
Cada um em silêncio profundo se dirige até a
caixa, olha a tampa e volta em silêncio para seu lugar. Depois se faz a
partilha dos próprios sentimentos, das reflexões e conclusões de cada um.
Palavra de Deus: Lc 12.1-3; Sl 131
07. Números
Objetivos: Conhecimentos Pessoais.
Material: Cartões com números diferentes.
Desenvolvimento: Cada participante recebe
um número que não deve ser mostrado para ninguém.
Dada a ordem, cada um vai procurar o número igual
e não acha.
Comentam-se as conclusões tiradas (Somos únicos e
irrepetíveis perante o outro).
Palavra de Deus: Lc 15.3-7; Sl 8.
08. Construção de uma cidade
Objetivos: reflexão sobre a realidade.
Material: Fichas com nomes de profissões.
Desenvolvimento: Cada participante recebe
uma ficha com o nome de uma profissão e deve encarná-la.
Por um instante analisar a importância daquela
profissão. Depois da interiorização deve dizer. Vamos viajar porque aquela
cidade fica distante (atitude de quem viaja no mar).
Depois dizer: o navio vai afundar só há um bote
que pode salvar sete pessoas.
O grupo deverá decidir quais as profissões mais
urgentes que devem ser salvas.
Analisar profundamente e iluminar com um texto
bíblico.
Palavra de Deus: Mt 7,26-27; Sl 127
09. Sensações de vida ou morte
Objetivo: analisar a pratica e revisão de vida.
Material: duas velas uma nova e outra velha.
Desenvolvimento: grupo em círculo e
ambiente escuro.
Eu..., tenho apenas cinco minutos de vida.
Poderia ser feita em minha existência e deixar de fazer...(a vela gasta, acesa,
vai passando de mão em mão).
Apaga-se a vela gasta e acenda a nova. Ilumina-se
o ambiente. A vela passa de mão em mão e cada um completa a frase: Eu..., tenho
a vida inteira pela frente e o que eu posso fazer e desejo é...
Analisar a dinâmica e os sentimentos.
Palavra de Deus: Mt 6,19-24; Sl 1.
10. Perfume – Rosa e bomba.
Objetivo: celebração penitencial e compromisso.
Material: não há material, usar a imaginação.
Desenvolvimento: o grupo deve estar em
círculo.
Colocados imaginariamente sobre a mesa. Estão o
perfume, a rosa e a bomba.
Um dos participantes pega inicialmente o vidro de
perfume, faz o que quiser com ele e passa para o colega do lado. Faz-se o mesmo
com a rosa e por último com a bomba.
Palavra de Deus: Mt 7, 7-12; Sl 101
11. Valores
Objetivo: reconhecer os valores e qualidades.
Material: Cartões com valores escritos.
Desenvolvimentos: cada pessoa recebe um
cartão com um valor que ela possua.
Deixar um momento para a reflexão pessoal.
Depois cada um vai dizer se considera ter mesmo
este valor ou não. E se reconhece no grupo alguém que tem o mesmo valor.
Só no final da dinâmica, alguns guardam para si,
outros souberam recomeçar este valor em outra pessoa, outros até duvidam o
cartão com quem tem o mesmo valor.
Palavra de Deus: 1 Cor. 12,4-11; Lc 1,
46-55.
12. Valores II
Objetivo: ressaltar o positivo do grupo.
Material: folhas, canetas e alfinetes.
Desenvolvimento: cada participante recebe
uma folha em branco. Depois de refletirem um momento sobre suas qualidades,
anotam na folha colocando o seu nome.
Em seguida prendem a folha com alfinete nas
costas e andam pela sala, um lendo os valores dos outros e acrescentando
valores que reconhecem no companheiro. Só no final todos retiram o papel e vão
ler o que os colegas acrescentaram.
Palavra de Deus: Ef 4, 1-16; Sl 111
13. Dinâmica de apresentação
Objetivo: conhecimentos mútuos, memorização dos nomes e
integração grupal.
Desenvolvimento:
Cada um dirá o próprio nome acrescentando um
adjetivo que tenha a mesma inicial do seu nome. Roberto Risonho.
O seguinte repete o nome do companheiro com o
adjetivo e o seu apresenta acrescentando um adjetivo para o seu nome e assim
sucessivamente.
Exemplos: Roberto Risonho, Nair Neutra, Luzia Linda,
Inácio Inofensivo.
Palavra de Deus: Ap. 2,17; Sl 139
14. A maleta
Objetivo: conscientização sobre a estrutura da sociedade
que reforça a defesa dos interesses particulares, não estimulando o compromisso
solidário.
Material: uma maleta chaveada, chave da maleta, dois lápis
sem ponta, duas folhas de papel em branco, dois apontadores iguais.
Desenvolvimento: forma-se duas equipes.
A uma equipe entrega-se a maleta chaveada, dois
lápis sem ponta e duas folhas de papel em branco dentro da maleta.
A outra equipe entrega-se a chave da maleta e dois
apontadores iguais.
O coordenador pede que as duas equipes negociem
entre si o material necessário para cumprimento da tarefa que é a seguinte:
ambas deverão escrever Eu tenho Pão e Trabalho.
A equipe vencedora será a que escrever primeiro e
entregar a frase para o coordenador.
A frase deve ser anotada no quadro ou em cartaz
em letra grande e legível.
Palavra de Deus: 2 Cor 9, 6-9; Sl 146
15. O Helicóptero
Objetivo: apresentação e entrosamento.
Desenvolvimento: (duração 40 minutos).
Faz-se um círculo com os participantes da
reunião.
O coordenador convida a todos a fazerem um
passeio de barco a remo. Inicia-se o passeio. Todos devem fazer gestos com os
braços, como se estivessem remando.
O coordenador anuncia a chegada à ilha. Todos
podem passear por ela, à vontade (todos passeiam pela sala e cumprimentam o
companheiro).
O coordenador anuncia a todos que houve um
maremoto e a ilha vai se inundada. Por isso, virá um helicóptero para resgatar
o grupo. Porém ele não comporta todos de uma vez. O grupo deverá organizar
rapidamente seguindo as orientações.
a) O helicóptero chegou. Ele levará cinco
pessoas.
b) O helicóptero voltou. Desta vez levará quatro
pessoas, e estas devem ser estranhas umas das outras.
c) Nosso helicóptero deu pane no motor. Veio
desta vez um menor. Só levará tr6es pessoas e devem ser de comunidades
diferentes. Quem não seguir orientação poderá ser jogado no mar.
d) O helicóptero esta aí novamente. Vai levar
quatro pessoas, devido o perigo de afogamento. Mas continua a exigência o grupo
deve ser formado por pessoas que ainda não se conhecem.
e) O helicóptero não pode voltar mais. Acabou o
combustível. Temos que sair de barco. Há uma exigência fundamental: levar uma
pessoa desconhecida com quem não se conversou ainda.
f) Anuncia que todos foram salvos.
NOTA: Dá-se o tempo necessário para os grupos
discutirem as questões. Elas podem ser como sugeridos abaixo ou pode-se
elaborar outras de acordo com a realidade do grupo.
Sugestões para as questões
a) Grupo de cinco pessoas: seu nome. Nome do grupo
e o significado do mesmo. Nome da comunidade ou atua, mora. Qual o eu ideal?
b) Grupo de quatro pessoas: seu nome. O que faz
na comunidade? Estuda? O que? Onde? O que espera do curso e o que gostaria que
fosse tratado?
c) Grupo de três pessoas: Como se sente aqui?
Porque veio? O que é pastoral para você? E movimento? Como esta organizada a
pastoral na sua paróquia?
d) Grupo de quatro pessoas: O que é céu? O que
achou desta dinâmica de conhecimento e entrosamento? Porque?
e) Grupo de três pessoas: Agora converse com
alguém que você não conhece e com quem não tenha conversado ainda.
Palavra de Deus: Jo 13, 34-35; Sl 133
16. Camisetas
Objetivo: Conhecimento mútuo e levantamento da realidade.
Material: Alfinetes ou fita adesiva, pincéis ou canetas,
folhas de jornal e tesoura.
Desenvolvimento: Cada participante pega
uma meia folha de jornal, rasga ou corta as pontas de cima no formato de
camiseta.
Escreva na camiseta de jornal. O seu nome, que
trabalho faz. Onde trabalha, se gosta ou não do trabalho. Pode dar as seguintes
orientações: escreva ou desenhe algo que caracterize sua vida de trabalhador.
Prega-se a camiseta no corpo e circula pela sala
para cada um ler o que outro escreveu ou desenhou.
17. A Bala
Objetivo: Despertar a importância do outro.
Despertar a solidariedade.
Perceber o nosso individualismo.
Descobrir soluções em conjunto com outras
pessoas.
Material: Algumas balas. Dois cabos de vassoura ou varas.
Barbantes.
Desenvolvimento: pede-se dois voluntários
para abrir os braços. Por a vara ou cabo da vassoura nos ombros acompanhando os
braços e amarrar os braços abertos na vara, para não dobrar.
Por as balas numa mesa e pedir aos dois para
chuparem balas sem dobrar os braços que estão amarrados.
Analisar a dinâmica:
Como se sentiram?
O que o grupo observou? Poderia ter sido
diferente?
Por que os dois agiram assim?
Isso tem alguma coisa com o nosso dia a dia?
O que acharam da dinâmica?
Pode confrontar com a Palavra de Deus?
Palavra de Deus: AT.4, 32-37; Sl. 15
18. Árvore da Vida e Árvore da Morte
Objetivo: Refletir sobre os sinais de vida e morte no
bairro, na comunidade, na família, no grupo de jovens.
Material: um galho de árvore seco, um galho de árvore
verde, caneta ou pincel e pedaços de papel.
Desenvolvimento: em pequenos grupos
descobrir os sinais de vida e morte que existem no bairro, na família, no grupo
de jovens... Depois, diante da árvore seca e verde vão explicando para o grupo
o que escreveram e penduraram na árvore.
No intervalo das colocações pode-se cantar algum
refrão.
Iluminar com a palavra de Deus e em grupo
refletir:
Iluminados pela prática de Jesus, o que fazer
para gerar mais sinais de vida e enfrentar as situações de morte de nosso
bairro etc.
Fazer a leitura de João 15,1-8. Depois cada
participante toma um sinal de morte da árvore e faz uma prece de perdão e
queima, em seguida cada um pega um sinal de vida e leva como lembrança e
desafio.
Palavra de Deus: Jo. 15, 1-8; Sl 1.
19. Virar pelo avesso
Objetivo: Despertar o grupo para a importância da organização
Desenvolvimento:
1° Passo: formar um círculo, todos de mãos dadas.
2° Passo: O coordenador propõe o grupo um desafio. O
grupo, todos deverão ficar voltados para fora, de costas para o centro do
círculo, sem soltar as mãos. Se alguém já conhece a dinâmica deve ficar de fora
observando ou não dar pistas nenhuma.
3° Passo: o grupo deverá buscar alternativas, até
conseguir o objetivo.
4° Passo: depois de conseguir virar pelo avesso, o grupo
deverá desvirar, voltando a estar como antes.
5° Passo: Analisar a dinâmica:
O que viam? Como se sentiram?
Foi fácil encontrar a saída? Porquê?
Alguém desanimou? Porquê?
O que isto tem a ver com o nosso dia a dia?
Nossa sociedade precisa ser transformada?
O que nós podemos fazer?
Palavra de Deus: Ex 18, 13-27; Sl 114
20. Abre o olho
Participantes: 2 pessoas.
Tempo estimado: 20 minutos.
Material: Dois panos para fechar os olhos e dois chinelos
ou porretes feitos com jornais enrolados em forma de cassetete.
Descrição: Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e
devem receber um chinelo ou porrete. Depois devem iniciar uma briga de cegos,
para ver quem acerta mais o outro no escuro. O restante do grupo apenas
assiste. Assim que inicia a "briga", o coordenador faz sinal para o
grupo não dizer nada e desamarra a venda dos olhos de um dos voluntários e deixa
a briga continuar. Depois de tempo suficiente para que os resultados das duas
situações sejam bem observados, o coordenador retira a venda do outro
voluntário e encerra a experiência.
Conclusão: Abre-se um debate sobre o que se presenciou no
contexto da sociedade atual. A reação dos participantes pode ser muito variada.
Por isso, é conveniente refletir algumas posturas como: indiferença x
indignação; aplaudir o agressor x posicionar-se para defender o indefeso; lavar
as mãos x envolver-se e solidarizar-se com o oprimido, etc. Alguns
questionamentos podem ajudar, primeiro perguntar aos voluntários como se
sentiram e o por quê. Depois dar a palavra aos demais participantes. Qual foi a
postura do grupo? Para quem torceram? O que isso tem a ver com nossa realidade?
Quais as cegueiras que enfrentamos hoje? O que significa ter os olhos vendados?
Quem estabelece as regras do jogo da vida social, política e econômica hoje?
Como podemos contribuir para tirar as vendas dos olhos daqueles que não
enxergam?
Palavra de Deus: Mc 10, 46-52; Lc 24, 13-34.
21. Afeto
Participantes: 7 a 30 pessoas
Tempo Estimado: 20 minutos
Material: Um bichinho de pelúcia.
Descrição: Após explicar o objetivo, o coordenador pede
para que todos
formem um círculo e passa entre eles o bichinho
de pelúcia, ao qual cada integrante deve demonstrar concretamente seu
sentimento (carinho, afago, etc.). Deve-se ficar atento a manifestações verbais
dos integrantes. Após a experiência, os integrantes são convidados a fazer o
mesmo gesto de carinho no integrante da direita. Por último, deve-se debater
sobre as reações dos integrantes com relação a sentimentos de carinho, medo e
inibição que tiveram.
22. Apoio
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 minutos.
Descrição: O coordenador deve pedir a todos os
participantes que se apoiem em um pé só, onde deveram dar um pulo para frente
sem colocar o outro pé no chão, um pulo para a direita outro para esquerda dar
uma rodadinha, uma abaixada e etc.
Mensagem: Não podemos viver com o nosso individualismo
porque podemos cair e não ter força para levantar. Porque ficarmos sozinhos e
temos um ombro amigo do nosso lado?
23. Apresentação
Tamanho do grupo: 20 a 30 pessoas.
Tempo: 45 minutos.
Descrição: O coordenador explica que a dinâmica é feita
para o conhecimento de quem é quem no grupo, e se pretende fazer apresentação a
dois, para isso se formam pares desconhecidos que durante uns minutos esses
pares se entrevistem, após a entrevista feita pelos pares volta ao grupo, e
nisso cada pessoal fará apresentação da pessoa que foi entrevistada, não
podendo fazer a sua própria apresentação. Quem estiver sendo apresentado vai
verificar se as informações a seu respeito estão corretas conforme foi passada
na entrevista. Termina com uma reflexão sobre a validade da dinâmica.
24. Artista
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 minutos.
Material: Lápis e papel.
Descrição: O dirigente pede para os participantes fecharem
os olhos. Peça a cada participante que desenhe com os olhos fechados uma:
- Casa
- Nessa casa coloque janelas e portas.
- Ao lado da casa desenhe uma arvore.
- Desenhe um jardim cercando a casa, sol, nuvens,
aves voando.
- Uma pessoa com olhos, nariz e boca.
- Por fim peça para escreverem a frase a baixo:
- SEM A LUZ DE DEUS PAI, DEUS FILHO, DEUS
ESPÍRITO SANTO, TUDO FICA FORA DO LUGAR.
Peça para abrirem os olhos e fazer uma exposição
dos desenhos passando de um por um.
Comentário: Sem a luz e a presença do Pai, toda obra sai
imperfeita. Deus é única luz. Sem ela só há trevas.
25. As cores
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Material: Fita adesiva, 5 cartolina de cores diferentes
cortadas uma de cada cor no tamanho de uma folha de papel ofício.
Cortadas no tamanho que de para colar na testa de
cada um.
Descrição: Pedir para que os participantes formem um
circulo e que fechem os olhos.
O coordenador deve pregar na testa ou na costa de
cada um uma cor, e logo depois as cinco cartolinas de cores diferentes do
tamanho de papel ofício, devem ser colados cada um em uma parede da sala.
O coordenador pode pedir par abrirem os olhos e
que não podem conversar até o termino da dinâmica. O coordenador deve explicar
que eles terão um certo tempo para descobrirem sua cor e se destinar pata perto
da parede que tenha a sua cor. E tudo isto sem poderem ser comunicarem.
E os que não conseguirem terão que pagar uma
prenda.
Recomendação: Com certeza algumas pessoas que
iram entender 1º a dinâmica, onde iram para seu lugar e ficaram rindo dos
colegas em vez de ajuda-los.
Ao termino o coordenador deve informar que todos
venceram com exceção dos que chegaram 1º e não ajudaram os seus irmãos.
26. Aulinha
Participantes: 25 a 30 pessoas
Tempo: 35 minutos
Material: o mesmo numero de temas para o de participantes
do grupo
Descrição: a AULINHA é dada quando o grupo tem dificuldade
de expressão, é inibido e prolixo. Para isso o coordenador:
- Entrega a cada participante o tema, sobre o
qual deverá expor suas ideias, durante dois ou três minutos;
- O membro participante anterior ou posterior
dará uma nota ou conceito ao expositor, que será comunicada ao grupo no final
do exercício;
- A AULINHA permite diversas variações, tais
como:
A) O coordenador em vez de dar a cada
participante um título de tema para dissertar em público, poderá utilizar
somente um tema, ou então vários temas, mas com uma introdução para auxiliar as
pessoas, ou até mesmo um texto para ser lido
B) Ou ainda pode-se utilizar uma folha em branco
para que cada participante possa lançar nela no mínimo dois assuntos da
atualidade, notícias recentes de jornais. A seguir recolherá os assuntos, que
cada participante possa dar sua AULINHA, escolhendo um dos artigos constantes
na papeleta.
27. A vela e o barbante
Participantes: 7 a 15 pessoas
Tempo Estimado: 20 minutos
Material: uma Bíblia, barbante, velas para todos os
integrantes e mais uma para ser colocada no centro do grupo.
Descrição: Todos deverem estar na forma de um círculo, e no
centro do círculo, numa mesa, coloca-se a Bíblia, junto com uma vela acesa. A
Bíblia deve estar amarrada com o barbante, e este, deve ter sobra suficiente
para amarrar as velas de todos. Cada pessoa, com uma vela vai ao centro do
círculo, passa o barbante em volta de sua vela, acendendo-a, e em seguida,
entrega à ponta do barbante para outra pessoa, que circulará sua vela, também
acendendo-a, e assim sucessivamente. Quando todos estiverem enlaçados pelo
barbante, lê-se a passagem do Evangelho de João, capítulo 8, versículo 12 -
"Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, mas possuirá
a luz da vida". Ao final, todos partilham o sentido da dinâmica, tentando
relacioná-la com o texto bíblico proposto.
28. A vela e copo
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 minutos.
Material: Uma vela, fósforos e um copo de vidro
transparente.
Descrição: Colocar uma vela sobre a mesa e acende-la
cuidadosamente. Deixar que se queime por alguns segundos.
Em seguida, pegar um como transparente e,
cuidadosamente e lentamente, colocar sobre a vela. Aos poucos, ela se apagará.
Deixá-la assim e pedir que as pessoas falem o que
sentiram ou observaram, quando viram a experiência.
29. Castigo
Material: Pedaços de papel e caneta.
Desenvolvimento: Distribui-se um pedaço
de papel para cada um.
Diz a todos o seguinte: Somos todos irmãos não é?
Portanto, ninguém aqui vai ficar chateado se receber um castigo do irmão. Então
vocês vão escolher uma pessoa, e dar um castigo a ela.
Isso será feito da seguinte forma: no papel
deverá ser escrito o nome de quem vai dar o castigo, o castigo e o nome de quem
vai realizar o castigo.
Após recolher todos os papéis o animador fala o
desfecho da dinâmica:
Acontece que o feitiço virou contra o feiticeiro,
portanto quem deu o castigo é que vai realizá-lo.
Obs.: Caso a pessoa não queira realizar o castigo ela
receberá um castigo do grupo todo.
Mensagem: O que não queremos para nós, não desejamos para
os outros.
30. Chocolate
Material: Bombons, cabo de vassoura, fita adesiva.
Desenvolvimento: O animador divide o grupo
em duas turmas. Com a primeira turma ele passa a instrução de que eles somente
ajudarão os outros se eles pedirem ajuda (isso deve ser feito sem que a outra
turma saiba).
A segunda turma terá seu braço preso com o cabo
de vassoura (em forma de cruz) e a fita adesiva. Deve ficar bem fechado para
que eles não peguem o chocolate com a mão.
Coloca-se o bombom na mesa e pede para que cada
um tente abrir o chocolate com a boca, e se conseguir pode comer o chocolate.
A primeira turma ficará um atrás de cada um da
segunda turma, ou seja, existirá uma pessoa da primeira turma para cada pessoa
da segunda turma.
Após algum tempo o animador encerra a dinâmica
dizendo que nunca devemos fazer as coisas sozinhos, cada um deles tinha uma
pessoa a qual eles simplesmente poderiam ter pedido que abrisse o chocolate e
colocasse na boca.
Mensagem: Nunca devemos fazer nada sozinho, sempre que
preciso temos que pedir ajuda a alguém.
31. Comprimidos para a fé
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Material: Três copos com água. Três comprimidos
efervescentes. (aqueles com envelope tipo sonrisal)
Descrição:
1. Colocar três copos com água sobre a mesa.
2. Pegar três comprimidos efervescentes, ainda
dentro da embalagem.
3. Pedir para prestarem atenção e colocar o
primeiro comprimido com a embalagem ao lado do primeiro copo com água.
4. Colocar o segundo comprimido dentro do segundo
copo, mas com a embalagem.
5. Por fim, retirar o terceiro comprimido da
embalagem e colocá-lo dentro do terceiro copo com água.
6. Pedir que os participantes digam o que
observaram.
Conclusão: No primeiro copo é aquela pessoa que não aceita
a religião, fica de fora de tudo, no segundo é aquele que até aceita,
participa, porém não se abre fica fechado as verdades da fé e por último, o
terceiro copo, é aquele que participa, se abre, se mistura, tem o coração
aberto a Deus, enfim é uma pessoa de fé.
32. Comunicação gesticulada
Participantes: 15 a 30 pessoas
Tempo Estimado: 30 minutos.
Material: Aproximadamente vinte fichas com fotografias ou
desenhos para serem representados através de mímicas.
Descrição: O coordenador auxiliado por outros integrantes
deve encenar através de mímicas (sem qualquer som) o que está representado nas
fichas, cada qual em um intervalo de aproximadamente um minuto. Os demais
integrantes devem procurar adivinhar o que foi representado. Em seguida,
deve-se comentar a importância da comunicação nos trabalhos e atividades do
cotidiano, bem como do entrosamento dos integrantes do grupo para que juntos
possam até mesmo sem se comunicar entender o que os outros pensam ou desejam
fazer.
33. Conhecendo o grupo
Participantes: 7 a 15 pessoas
Tempo Estimado: 20 minutos
Material: Lápis e papel para os integrantes.
Observação: O horizonte do desejo pode ser aumentado, como
por exemplo, um sonho que se deseja realizar no decorrer da vida.
Descrição: O coordenador pede aos integrantes que pensem
nas atividades que gostariam de fazer nos próximos dias ou semanas (viagens, ir
bem numa prova, atividades profissionais, familiares, religiosas, etc.). Então,
cada integrante deve iniciar um desenho que represente o seu desejo na folha de
ofício. Após trinta segundos o coordenador pede para que todos parem e passem a
folha para o vizinho da direita, e assim sucessivamente a cada trinta segundos
até que as folhas voltem à origem. Então cada integrante descreve o que
gostaria de ter desenhado e o que realmente foi desenhado. Dentre as conclusões
a serem analisadas pelo coordenador pode-se citar:
* Importância de conhecermos bem nossos objetivos
individuais e coletivos;
* Importância de sabermos expressar ao grupo
nossos desejos e nossas dificuldades em alcançá-los;
* O interesse em sabermos quais os objetivos de
cada participante do grupo e de que maneira podemos ajudá-los;
* Citar a importância do trabalho em grupo para a
resolução de problemas;
* Outros.
34. Construção do boneco
Participantes: Apenas 26 pessoas.
Tempo Estimado: 30 minutos.
Material: Pincel, tesoura e fita adesiva.
Descrição: O coordenador da dinâmica deve montar dois
grupos, com 13 pessoas em cada um.
O primeiro grupo deverá montar um boneco, usando
folhas de jornal, mas trabalhando em equipe. Para isso, deverá trabalhar em um
canto da sala onde não possam ser visualizados pelas pessoas que não participam
dos grupos.
O segundo grupo deverá montar o mesmo boneco.
Cada pessoa do grupo deverá confeccionar uma parte do boneco, onde não poderão
dizer para ninguém que parte é a sua e nem mostrar (para que isto ocorra é
recomendado que sentem longe um dos outros). O Boneco deve ser confeccionado na
seguinte ordem:
1ª pessoa: cabeça.
2ª pessoa: orelha direita.
3ª pessoa: orelha esquerda.
4ª pessoa: pescoço.
5ª pessoa: corpo (tronco).
6ª pessoa: braço direito.
7ª pessoa: braço esquerdo.
8ª pessoa: mão direita.
9ª pessoa: mão esquerda.
10ª pessoa: perna direita.
11ª pessoa: perna esquerda.
12ª pessoa: pé direito.
13ª pessoa: pé esquerdo.
Dar um tempo de aproximadamente 10 minutos para a
montagem dos bonecos. Os participantes do segundo grupo não poderão ser
visualizados, de modo que irão confeccionar partes de tamanhos diferentes,
porque não trabalharam em equipe.
Pedir para as equipes montar na parede, com a
ajuda de uma fita adesiva, seus respectivos bonecos.
Consequências:
A 1ª equipe terá um boneco mais uniforme, formado
de partes proporcionais;
A 2ª equipe, por não terem trabalhado juntos. Fez
seu boneco com braços, pernas e outros membros de tamanho desproporcionais.
Pedir para os grupos falarem o que observaram,
bem como as pessoas que não participaram dos grupos, e que conclusão tiraram
disso tudo.
35. Cristo no irmão
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 20 minutos.
Material: Uma cruz com o Cristo em destaque, em um tamanho
onde de para definir claramente as partes do corpo do Cristo.
Descrição: O animador pede para que o pessoal forme uma
fila ou circulo, onde cada um fique do lado do outro.
O animador motiva as pessoas dizendo:
Agora vocês vão beijar no Cristo à parte que
vocês acham que ele mais fala com você, à parte que ele mais demonstrou seu
amor para com você.
OBS: Não se pode repetir o local onde o outro já
beijou.
O animador passa o Cristo de um em um, até que
todos o tenha beijado.
Após todos terem beijado o animador pergunta:
qual o principal mandamento que Jesus nos deixou? (Amar a Deus sobre todas as
coisas e ao irmão com a ti mesmo).
O animador faz o desfecho da história dizendo:
Então à parte que vocês beijaram no Cristo, vocês irão beijar no irmão do lado.
Obs: Caso alguém não queria beijar, mostre a ele quem
está de frente com ele é Jesus Cristo.
Mensagem: Cristo na pessoa do meu irmão.
36. Cumprimento criativo
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Matéria: Musica animada.
Descrição: O apresentador explica ao grupo que quando a
música tocar todos deverão movimentar-se pela sala de acordo com o ritmo da
mesma. A cada pausa musical. Congelar o movimento prestando atenção a
solicitação que será feita pelo apresentador. Quando a Musica recomeçar atender
a solicitação feita.
O apresentador pedirá formas variadas de
cumprimento corporal a cada parada musical.
Exemplo:
-Com a palmas das mãos;
-Com os cotovelos;
-Com os pés;
Após vários tipos de cumprimento, ao perceber que
se estabelece no grupo um clima alegre e descontraído, o apresentador diminui a
música pausadamente, pedindo a cada pessoa que procure um lugar na sala para
estar de pé, olhos fechados, esperando que a respiração volte ao normal. Abrir
os olhos, olhar os companheiros, formar um circulo, sentar.
Comentar o exercício:
-O que foi mais difícil executar? Porque?
-O que mais gostou?
-O que pode observar?
37. Desenho
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 20 minutos.
Material: 2 folhas de papel para cada participante,
canetas hidrocor, fita adesiva, cola e tesoura.
Descrição: Cada membro do grupo deve desenhar em uma folha
de papel uma parte do corpo humano, sem que os outros saibam.
Após todos terem desenhado, pedir que tentem
montar um boneco ( na certa não vão conseguir pois, Terão vários olhos e
nenhuma boca... ). Em seguida, em outra folha de papel, pedir novamente que
desenhem as partes do corpo humano (só que dessa vez em grupo) Eles devem se
organizar, combinando qual parte cada um deve desenhar. Em seguida, após
desenharem, devem montar o boneco. Terminada a montagem, cada membro deve
refletir e falar sobre como foi montar o boneco. Quais a dificuldades, etc.
38. Diagrama de integração
Participantes: 25 pessoas.
Tempo: 15-20 minutos.
Material: lápis ou caneta, papel e cartolina.
Descrição: o coordenador distribui um papel para todos,
afim de que nele se escreva o nome da pessoa mais importante para o sucesso do
grupo, ou ainda, da pessoa do grupo cujas ideias são mais aceitas; o papel deve
ser assinado de forma legível; recolhido os papeis, será feito um diagrama no
quadro-negro ou cartolina, marcando com um círculo o nome do participante
escolhido, e com uma flecha, a iniciar-se com o nome da pessoa que escolheu,
indo em direção à escolhida.
39. Dificuldade
Participantes: 30 pessoas
Tempo: 1 hora
Descrição: o coordenador explica os objetivos do exercício.
A seguir distribuirá uma cópia do "abrigo subterrâneo" a todos os
participantes, para que façam uma decisão individual, escolhendo as seis
pessoas de sua preferência. Organizar, a seguir, subgrupos de 5 pessoas. Para
realizar a decisão grupal, procurando-se alcançar um consenso. Forma-se
novamente o grupo maior, para que cada subgrupo possa relatar o resultado da
decisão grupal. Segue-se um debate sobre a experiência vivida.
Abrigo subterrâneo
Imaginem que nossa cidade está sob ameaça de um
bombardeio. Aproxima-se um homem e lhes solicita uma decisão imediata. Existe
um abrigo subterrâneo que só pode acomodar seis pessoas. Há doze pessoas
interessadas a entrar no abrigo. Faça sua escolha, destacando seis somente.
Um violinista, com 40 anos de idade, narcótico
viciado:
Um advogado, com 25 anos de idade;
A mulher do advogado, com 24 anos de idade, que
acaba de sair do manicômio. Ambos preferem ou ficar juntos no abrigo, ou fora
dele;
Um sacerdote, com a idade de setenta e cinco
anos;
Uma prostituta, com 34 anos de idade;
Um ateu, com 20 anos de idade, autor de vários
assassinatos;
Uma universitária que fez voto de castidade;
Um físico, com 28 anos de idade, que só aceita
entrar no abrigo se puder levar consigo sua arma;
Um declamador fanático, com 21 anos de idade;
Uma menina com 12 anos e baixo QI;
Um homossexual, com 47 anos de idade;
Um deficiente mental, com 32 anos de idade, que
sofre de ataques epilépticos.
40. Dramatização
Participantes: 30 pessoas.
Tempo: 30 minutos.
Descrição:O coordenador apresenta o assunto da discussão;
Depois de decorridos dez minutos, o coordenador
orienta os participantes para que, nos próximos dez a quinze minutos, cada um
procure identificar-se com o colega da direita, esforçando-se por imitá-lo na
discussão;
Cada participante tentará agir exatamente como o
seu colega da direita, imitando seu comportamento no grupo;
É da máxima importância que cada qual consiga
identificar-se com seu colega;
O mesmo exercício poderá ser feito, deixando
liberdade para que cada participante faça a escolha do colega a ser imitado,
cabendo aos outros reconhecê-lo.
41. Encontro de grupos
Participantes: dois grupos com não mais
de 15 pessoas.
Tempo: 1 hora.
Material: folhas grandes de cartolina
Descrição: o coordenador forma dois subgrupos. Cada um
deverá responder, numa das folhas de cartolina
Como o nosso grupo vê o outro grupo?
Como o nosso grupo pensa que somos vistos pelo
outro grupo?
Após 1 hora reuni-se todo o grupo e o(s)
representante(s) de cada subgrupo deverá expor a conclusão do subgrupo.
Novamente os subgrupos se reúnem para preparar uma resposta ao outro subgrupo e
após meia hora forma-se o grupo grande de novo e serão apresentadas as defesas,
podendo haver a discussão.
42. Espelho
Participantes: 10 a 20 pessoas
Tempo Estimado: 30 minutos
Material: Um espelho escondido dentro de uma caixa, de
modo que ao abri-la o integrante veja seu próprio reflexo.
Descrição: O coordenador motiva o grupo: "Cada um
pense em alguém que lhe seja de grande significado. Uma pessoa muito importante
para você, a quem gostaria de dedicar a maior atenção em todos os momentos,
alguém que você ama de verdade... com quem estabeleceu íntima comunhão... que
merece todo seu cuidado, com quem está sintonizado permanentemente... Entre em
contato com esta pessoa, com os motivos que a tornam tão amada por você, que
fazem dela o grande sentido da sua vida..." Deve ser criado um ambiente
que propicie momentos individuais de reflexão, inclusive com o auxílio de
alguma música de meditação. Após estes momentos de reflexão, o coordenador deve
continuar: "... Agora vocês vão encontrar-se aqui, frente a frente com
esta pessoa que é o grande significado de sua vida".Em seguida, o
coordenador orienta para que os integrantes se dirijam ao local onde está a
caixa (um por vez). Todos devem olhar o conteúdo e voltar silenciosamente para
seu lugar, continuando a reflexão sem se comunicar com os demais. Finalmente é
aberto o debate para que todos partilhem seus sentimentos, suas reflexões e
conclusões sobre esta pessoa tão especial. É importante debater sobre os objetivos
da dinâmica.
43. Evangelho em pedaços
Participantes: 10 a 15 pessoas
Tempo Estimado: 15 minutos
Material: Papéis com pequenos trechos da Bíblia (partes de
passagens) com indicação do livro, capítulo e versículos.
Descrição: Cada integrante recebe um trecho da Bíblia e
procura compreendê-lo, entender qual a mensagem da passagem Bíblica. Como você
pode trazer essa mensagem que você refletiu para o seu dia-a-dia. Para melhorar
a compreensão do trecho, deve consultar a passagem completa na Bíblia. Em
seguida, os integrantes devem ler o seu trecho e comentá-lo para o grupo. Ao
final, é aberto o debato sobre os trechos selecionados e as mensagens por eles
transmitidas.
44. Exercício da confiança
Participantes: 25 a 30 pessoas
Tempo: 30 minutos
Material: papel com perguntas para ser respondida em
público para cada membro.
Descrição: o coordenador faz uma breve introdução do
exercício, falando sobre a descoberta pessoal e a importância do exercício;
distribuir, uma papeleta para cada um; um a um, os participantes lerão a
pergunta que estiver na papeleta, procurando responder com toda sinceridade; no
final, segue-se um debate sobre o exercício feito.
Exemplos de pergunta:
1. Qual o seu hobby predileto ou como você
preenche o seu tempo livre
2. Que importância tem a religião na sua vida
3. O que mais o aborrece
4. Como você encara o divórcio
5. Qual a emoção é mais difícil de se controlar
6. Qual a pessoa do grupo que lhe é mais atraente
7. Qual a comida que você menos gosta
8. Qual o traço de personalidade que lhe é mais
marcante
9. Qual é, no momento, o seu maior problema
10. Na sua infância, quais foram os maiores
castigos ou críticas recebidas
11. Como estudante, quais as atividades em que
participou
12. Quais são seus maiores receios em relação à
vivência em grupo
13. Qual é a sua queixa em relação à vivência em
grupo
14. Você gosta do seu nome
15. Quem do grupo você escolheria para seu líder
16. Quem do grupo você escolheria para com ele
passar suas férias
17. Você gosta mais de viver numa casa ou num apartamento
18. Qual o pais que você gostaria de visitar
19. Quais são algumas das causas da falta de
relacionamento entre alguns pais e filhos
20. Se você fosse presidente da república, qual
seria sua meta prioritária.
45. Exercício da qualidade
Participantes: 30 pessoas
Tempo: 45 minutos
Material: lápis e papel
Descrição: o coordenador inicia dizendo que na vida as
pessoas observam não as qualidades, mas sim os defeitos dos outros. Nesse
instante cada qual terá a oportunidade de realçar uma qualidade do colega.
1. O coordenador distribuirá uma papeleta para
todos os participantes. Cada qual deverá escrever nela a qualidade que no
entender caracteriza seu colega da direita;
2. A papeleta deverá ser completamente anônima,
sem nenhuma identificação. Para isso não deve constar nem o nome da pessoa da
direita, nem vir assinada;
3. A seguir o animador solicita que todos dobrem
a papeleta para ser recolhida, embaralhada e redistribuída;
4. Feita a redistribuição começando pela direita
do coordenador, um a um lerá em voz alta a qualidade que consta na papeleta,
procurando entre os membros do grupo a pessoa que, no entender do leitor, é
caracterizada com esta qualidade. Só poderá escolher uma pessoa entre os
participantes.
5. Ao caracterizar a pessoa, deverá dizer porque
tal qualidade a caracteriza;
6. Pode acontecer que a mesma pessoa do grupo
seja apontada mais de uma vez como portadora de qualidades, porém, no final
cada qual dirá em público a qualidade que escreveu para a pessoa da direita;
7. Ao término do exercício, o animador pede aos
participantes depoimento sobre o mesmo.
46. Explosão do coordenador
Participantes: 30 pessoas
Tempo: 10 minutos
Descrição: Escolhe-se qualquer tema que não será o
principal da reunião e a uma certa altura do debate o coordenador para e diz
"Vocês não estão se interessando suficientemente. Estou até doente e
cansado em ver esse comportamento, esse desinteresse caso não tomem maior
seriedade, interrompo, agora mesmo, este debate!", após esse comentário
todos estarão desconcertado e terão reações diferentes principalmente
reprovando a atitude do coordenador. Após o primeiro impacto o coordenador, em
seu estado natural deverá explicar que era uma dramatização para ver as reações
dos indivíduos do grupo, e nisso seguirá a discussão, sobre as reações das
pessoas com reação a explosão do coordenador.
47. Fileira
Participantes: 12 pessoas
Tempo: 1 hora
Material: 3 folhas de papel, lápis ou caneta para cada
participante; folhas de cartolina
Descrição:
1. Primeira fase:
O animador pede que os membros participantes se
organizem em fileira por ordem de influência que cada membro exerce sobre o
grupo. Caso tiver vários subgrupos, os mesmos farão simultaneamente o
exercício. Todos deverão executar a tarefa em silêncio;
Terminada a tarefa, o coordenador colocará a
ordem numa folha de cartolina, para ser apreciado por todos;
A seguir, o grupo irá para o círculo, onde se
processará a discussão do exercício, bem como a colocação dos membros na
fileira. Nessa ocasião, o coordenador poderá fazer algumas observações
referentes ao exercício, ao comportamento dos indivíduos na sua colocação;
Recomeça-se o exercício tantas vezes quanto forem
necessárias, até que todos estejam satisfeitos em relação à colocação na
fileira, de acordo com a influência que cada um exerce sobre o grupo.
2. Segunda fase:
O animador pede que os participantes elejam um
líder imparcial, explicando que na votação deverão dar um voto para aquele que
será o líder, e doze votos para o último colocado. Tal votação inversa dará o
ensejo para que os participantes possam experimentar novas sensações que
envolvem o exercício.
O grupo ou os subgrupos podem debater entre si a
ordem da escolha fazendo anotações escritas, tendo para isso dez minutos.
Processa-se a votação. Caso ocorra empate,
prossegue-se o exercício, até o desempate, devendo a ordem corresponder à
influência que cada um exerce sobre o grupo.
Segue-se uma discussão grupal em torno do impacto
do exercício.
48. Guia de cego
Participantes: Indefinido sendo Nº pares de pessoas.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Material: Alguns vendas ou lençóis, e uma área com
obstáculos, de preferência em campo aberto.
Descrição: O coordenador venda os olhos de todas, caso não
tenha vendas o coordenador devera pedir a todos que fechem os olhos. Os cegos
devem caminhar desviando-se dos obstáculos durante determinado intervalo de
tempo. Após este tempo deve-se realizar alguns questionamentos para os mesmos,
tais como:
Como vocês se sentiram sem poder enxergar?
Tiveram medo? Por quê? De quê?
Que acham da sorte dos cegos?
Em seguida, a metade dos participantes deveram
abrir os olhos para servir como guia, que conduzirá o cego por onde quiser.
Depois de algum tempo podem ser feito tudo novamente onde os guias iram vendar
os olhos e os cegos serão os guias. Após este tempo deve-se realizados os
seguintes questionamentos:
Como vocês se sentiram nas mãos dos guias?
Tiveram confiança ou desconfiança? Por quê?
É preferível sozinho ou com um guia? Por quê?
Por último, dispõe-se dois voluntários de cego,
sendo que um guiará o outro. Ao final, pode-se realizar os mesmos
questionamentos do passo anterior. Dentre os questionamentos finais, a todos,
pode-se citar:
O que a dinâmica teve de parecido com a vida de
cada um?
Além da cegueira física, vocês conhecem outros tipos
de cegueira?
Quais? (ira, ignorância, inveja, apatia, soberba,
etc.)
Os homens tem necessidade de guias? Quem são os
outros guias? (Deus, Jesus, Maria, família, educadores, amigos, etc.)
Costumamos confiar nestes guias? O que acontece
com quem não aceita o serviço de um guia?
Qual a pior cegueira: a física ou a de espírito?
Por quê?
O Evangelho relata várias curas de cegos (Mt
9,27-32;Jo 9,1-39). Qual a semelhança que se pode encontrar, por exemplo, entre
o relato de São Lucas e a sociedade moderna? Qual a semelhança entre a cura da
vista e a missão da igreja de conscientização?
49. Jogo comunitário
Material: uma flor.
Desenvolvimento: os participantes
sentam-se em círculo e o animador tem uma flor na mão. Diz para a pessoa que
está à sua esquerda: senhor... (diz o nome da pessoa), receba esta flor que o
senhor...(diz o nome da pessoa da direita) lhe enviou...
E entrega a flor. A pessoa seguinte deve fazer a
mesma coisa. Quem trocar ou esquecer algum nome passará a ser chamado pelo nome
de um bicho. Por exemplo, gato. Quando tiverem que se referir a ele, os seus
vizinhos, em vez de dizerem seu nome, devem chamá-lo pelo nome do bicho.
O animador deve ficar atento e não deixar os
participantes entediados. Quanto mais rápido se faz à entrega da flor, mais
engraçado fica o jogo.
50. Jogo da verdade
Participantes: 25 pessoas
Material: Relação de perguntas pré-formuladas, ou sorteio
destas.
Descrição: Apresentação do tema pelo coordenador, lembrando
de ser utilizado o bom senso tanto de quem pergunta como quem responde.
Escolhe-se um voluntário para ser interrogado, sentando numa cadeira localizada
no centro do círculo (que seja visível de todos), o voluntário promete dizer
somente a verdade, pode-se revezar a pessoa que é interrogada se assim achar necessário.
Após algumas perguntas ocorre a reflexão sobre a experiência.
51. Jogos de bilhetes
Participantes: 7 a 20 pessoas
Tempo Estimado: 20 minutos
Material: Pedaços de papel com mensagens e fita adesiva.
Descrição: Os integrantes devem ser dispostos em um
círculo, lado a lado, voltados para o lado de dentro do mesmo. O coordenador
deve grudar nas costas de cada integrante um cartão com uma frase diferente.
Terminado o processo inicial, os integrantes devem circular pela sala, ler os
bilhetes dos colegas e atendê-los, sem dizer o que está escrito no bilhete.
Todos devem atender ao maior número possível de bilhetes. Após algum tempo,
todos devem voltar a posição original, e cada integrante deve tentar adivinhar
o que está escrito em seu bilhete. Então cada integrante deve dizer o que está
escrito em suas costas e as razões por que chegou a esta conclusão. Caso não
tenha descoberto, os outros integrantes devem auxiliá-lo com dicas. O que
facilitou ou dificultou a descoberta das mensagens? Como esta dinâmica se
reproduz no cotidiano?
Sugestões de bilhetes:
Em quem voto para presidente?
Sugira um nome para meu bebê?
Sugira um filme para eu ver?
Briguei com a sogra, o que fazer?
Cante uma música para mim?
Gosto quando me aplaudem.
Sou muito carente. Me dê um apoio.
Tenho piolhos. Me ajude!
Estou com fome. Me console!
Dance comigo.
Estou com falta de ar. Me leve à janela.
Me descreva um jacaré.
Me ensine a pular.
Tem uma barata em minhas costas!
Dobre a minha manga.
Quanto eu peso?
Estou dormindo, me acorde!
Me cumprimente.
Meu sapato está apertado. Me ajude.
Quantos anos você me dá?
Me elogie.
O que faz o síndico de um prédio?
Sou sósia de quem?
Como conquistar um homem?
Veja se estou com febre.
Chore no meu ombro.
Estou de aniversário, quero meu presente.
Sorria para mim.
Me faça uma careta?
52. Juventude e comunicação
Desenvolvimento: distribuir aos
participantes papel e convidá-los a fazer um desenho de um homem e uma mulher.
Anotar na figura:
Diante dos olhos: as coisas que viu e mais o
impressionaram.
Diante da boca: 3 expressões (palavras, atitudes)
dos quais se arrependeu ao longo da sua vida.
Diante da cabeça: 3 ideias das quais não abre
mão.
Diante do coração: 3 grandes amores.
Diante das mãos: ações inesquecíveis que
realizou.
Diante dos pés: piores enroscadas em que se
meteu.
Comentário:
Foi fácil ou difícil esta comunicação? Porque?
Este exercício é uma ajuda? Em que sentido?
Em qual anotação sentiu mais dificuldade? Por
que?
Este exercício pode favorecer o diálogo entre as
pessoas e o conhecimento de si mesmo? Por que?
Iluminação bíblica: Mc 7, 32-37.
53. Karaokê
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Objetivo: Aprender o nome de todos.
Material: Nenhum.
Descrição: o coordenador deve pedir para os participantes
um circulo e logo depôs deve mostra para todos que eles devem cantar e dançar
do mesmo modo que o cantor principal.
O coordenador deve dar inicio parra incentivar e
quebrar a timidez. O coordenador deve cantar assim: "O meu nome é Exemplo:
Jesus", e todos devem cantar e dançar assim: "O nome de dele é
Exemplo: Jesus". Todos devem cantar e dançar em ritmo diferente dos que já
cantaram e dançaram.
Exemplos: forró, romântica, sertaneja, axé, opera, rock,
pagode etc.
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